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...And the quastion is: who cares?!...
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
sábado, 17 de janeiro de 2009
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Vício modo on
Acabei de assistir Crepúsculo...
Depois das críticas negativas que degradaram o filme ao meu redor, eu tinha que conferir se era tãão ruim assim afinal...
Ok, não é nenhuma mega-produção, os efeitos especiais deixaram MUITO a desejar, como os sorrisos mostrando a bela arcada dentária dos vampiros (que me pareceram bem inocentes com seus rugidos), ou a tentativa frustrada de agilizar Edward para que ele abrisse a porta do carro para Bella (mas que pareceu mais que estavam adiantando a fita com o “for forward”), além da pele de diamantes de Edward ao sol (que eu achei que deveria brilhar muito mais)... por falar nisso, o dia pareceu claro na maior parte do filme (considerando-se que Forks deveria ser o lugar mais chuvoso dos EUA). Na verdade eu não sou muito de prestar atenção na fotografia de filmes em geral, mas não pude deixar de notar que Forks estava bem como no livro... só mais clara e seca...
A escolha dos atores foi melhor do que eu ouvi falar... não consigo imaginar outra Bella (mesmo que ela tenha me surpreendido com a sua capacidade de andar rápido com o pé engessado no final do filme...) e Robert Pattinson até que não deu um mal Edward (eu esperava que Edward fosse mais bonito, na verdade, mas o rosto angular do ator era exatamente como a descrição do vampiro... entretanto a sua falta de expressão, os poucos sorrisos tortos tão irresistíveis e a constante cara de estar puto foram bem frustrantes). Ashley Greene também estava "muito Alice" no filme, e os outros vampiros não me surpreenderam muito... não eram exatamente como eu imaginei, mas pareciam bastante... a não ser Rosalie, que deveria ser muito mais estonteante, certo?! A maioria dos outros atores também foram bem escolhidos para o papel, apesar de eu ter sérias considerações a fazer: alguém pode me dizer por que diabos Victória era loira???? (O que aconteceu com seus cabelos cor de fogo??) E porquê Jacob passou o filme inteiro com o cabelo solto, se Bella sempre o descreve com um rabo-de-cavalo (ele só vai soltar o cabelo lá pelo segundo livro, eu acho...)?? E eu não lembro se Laurent era negro, mas se fosse o caso ele deveria ter um tom oliva, como todos os vampiros que têm a pele mais escura...no entanto ele não me pareceu pálido... o que me leva a comentar outra coisa: eu esperava uma maquiagem muito melhor, como a das fotos de divulgação do filme... posso atribuir uma parte da minha decepção à resolução péssima que eu assisti (pirataria modo on...), mas tenho certeza que eles não eram tão pálidos quanto deveriam ser...estavam quase da cor da Bella!!!!!!!!! O cinema já se mostrou muito melhor nesse quesito.
Eu fui esperando um trash da pior qualidade, mas só encontrei um filme não tão grandioso quanto Harry Potter, e a comparação fez com que Crepúsculo ficasse muito pior do que realmente foi... o que não quer dizer que a qualidade do filme esteja à altura do livro, mas foi melhor do que eu achei que fosse pelas críticas (apesar de muito pior do que poderia ter sido)... talvez com um pouco mais de emoção no próximo filme tudo seja resolvido...
Uma última consideração a fazer: por que todos filmes baseados em livros sempre mudam tanto a história?? Uma coisa é cortar algumas partes menos importantes, afinal ninguém vai ficar 7 horas assistindo a um filme... mas outra completamente diferente é manter o diálogo da cena e mudar toda a cena!!!! Fiquei esperando pela chamadinha e a piscadela de Edward no refeitório, quando ele decide dizer que desistiu de ficar longe de Bella e ela conta suas teorias sobre super-heróis... e no entanto essa conversa aconteceu na fila da comida!!!!! O que custava eles estarem sozinhos numa mesa, com o refeitório todo olhando?? E desde quando Bella mata aula pra entrar na floresta?? Ela é toda responsável no livro...
O conflito dos Cullen com James também foi bem simples, nem pareceu que essa era a parte emocionante da história!!
Enfim, o filme seria muuuuuiiiiito mais fiel ao livro se eu tivesse dirigido!!! =) ... mas acho que se o diretor, e os atores tivessem lido TODOS os livros, com o carinho de um fã, esses deslizes teriam sido bem menores...
(vício off)
Depois das críticas negativas que degradaram o filme ao meu redor, eu tinha que conferir se era tãão ruim assim afinal...
Ok, não é nenhuma mega-produção, os efeitos especiais deixaram MUITO a desejar, como os sorrisos mostrando a bela arcada dentária dos vampiros (que me pareceram bem inocentes com seus rugidos), ou a tentativa frustrada de agilizar Edward para que ele abrisse a porta do carro para Bella (mas que pareceu mais que estavam adiantando a fita com o “for forward”), além da pele de diamantes de Edward ao sol (que eu achei que deveria brilhar muito mais)... por falar nisso, o dia pareceu claro na maior parte do filme (considerando-se que Forks deveria ser o lugar mais chuvoso dos EUA). Na verdade eu não sou muito de prestar atenção na fotografia de filmes em geral, mas não pude deixar de notar que Forks estava bem como no livro... só mais clara e seca...
A escolha dos atores foi melhor do que eu ouvi falar... não consigo imaginar outra Bella (mesmo que ela tenha me surpreendido com a sua capacidade de andar rápido com o pé engessado no final do filme...) e Robert Pattinson até que não deu um mal Edward (eu esperava que Edward fosse mais bonito, na verdade, mas o rosto angular do ator era exatamente como a descrição do vampiro... entretanto a sua falta de expressão, os poucos sorrisos tortos tão irresistíveis e a constante cara de estar puto foram bem frustrantes). Ashley Greene também estava "muito Alice" no filme, e os outros vampiros não me surpreenderam muito... não eram exatamente como eu imaginei, mas pareciam bastante... a não ser Rosalie, que deveria ser muito mais estonteante, certo?! A maioria dos outros atores também foram bem escolhidos para o papel, apesar de eu ter sérias considerações a fazer: alguém pode me dizer por que diabos Victória era loira???? (O que aconteceu com seus cabelos cor de fogo??) E porquê Jacob passou o filme inteiro com o cabelo solto, se Bella sempre o descreve com um rabo-de-cavalo (ele só vai soltar o cabelo lá pelo segundo livro, eu acho...)?? E eu não lembro se Laurent era negro, mas se fosse o caso ele deveria ter um tom oliva, como todos os vampiros que têm a pele mais escura...no entanto ele não me pareceu pálido... o que me leva a comentar outra coisa: eu esperava uma maquiagem muito melhor, como a das fotos de divulgação do filme... posso atribuir uma parte da minha decepção à resolução péssima que eu assisti (pirataria modo on...), mas tenho certeza que eles não eram tão pálidos quanto deveriam ser...estavam quase da cor da Bella!!!!!!!!! O cinema já se mostrou muito melhor nesse quesito.
Eu fui esperando um trash da pior qualidade, mas só encontrei um filme não tão grandioso quanto Harry Potter, e a comparação fez com que Crepúsculo ficasse muito pior do que realmente foi... o que não quer dizer que a qualidade do filme esteja à altura do livro, mas foi melhor do que eu achei que fosse pelas críticas (apesar de muito pior do que poderia ter sido)... talvez com um pouco mais de emoção no próximo filme tudo seja resolvido...
Uma última consideração a fazer: por que todos filmes baseados em livros sempre mudam tanto a história?? Uma coisa é cortar algumas partes menos importantes, afinal ninguém vai ficar 7 horas assistindo a um filme... mas outra completamente diferente é manter o diálogo da cena e mudar toda a cena!!!! Fiquei esperando pela chamadinha e a piscadela de Edward no refeitório, quando ele decide dizer que desistiu de ficar longe de Bella e ela conta suas teorias sobre super-heróis... e no entanto essa conversa aconteceu na fila da comida!!!!! O que custava eles estarem sozinhos numa mesa, com o refeitório todo olhando?? E desde quando Bella mata aula pra entrar na floresta?? Ela é toda responsável no livro...
O conflito dos Cullen com James também foi bem simples, nem pareceu que essa era a parte emocionante da história!!
Enfim, o filme seria muuuuuiiiiito mais fiel ao livro se eu tivesse dirigido!!! =) ... mas acho que se o diretor, e os atores tivessem lido TODOS os livros, com o carinho de um fã, esses deslizes teriam sido bem menores...
(vício off)
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
*continuação*
Ainda entorpecida por Edward Cullen, o perfeito gentleman imortal, lá fui eu, feliz e saltitante, à festa de 15 anos da prima do meu bem... nada muito chique, só pra amigos e família... mais amigos que família, na verdade...
A música começou quando os primeiros convidados chegaram *incluindo nós*, até aí normal, se não fosse um pancadão daqueles que só toca quando todos estão bêbados o suficiente para se liberar no bacanal que vira a pista de dança... e assim foi, por todo o tempo que estive lá... uma selvageria carnal que eu não conseguia não associar à dança do acasalamento, mas com seus protagonistas com no máximo 15/16 anos... fiquei HORRORIZADA, e acho que até Baco ficaria...
Sabe aquela sensação de "na minha época não era assim"? Pois é... muito pior... pelo menos algumas meninas tiveram a sensibilidade de usar shorts por baixo de seus nano-vestidos... ALGUMAS, eu disse...
Na minha época, festa de quinze anos era sinônimo de vestido formal (mesmo que não fosse um longo, pelo menos um que fosse condizente com a condição de debutante...), a música de início era um pop batidinho, que permitia que os convidados conversassem amenidades enquanto chegavam, vissem seus amigos e falmiliares, perguntassem como estava a vida -de forma não retórica- antes de se jogar na pista de dança...
Antes o funk se resumia ao Bonde do Tigrão, que dava seu recado com muito mais eufemismo, não me deixando tão ofendida assim... já hoje...
Um momento de nostalgia funkeira surgiu com "Já é sensação", mas foi bem fulgaz pro meu gosto... o resto era de créu pra baixo... pra cima, pro lado e pra todas as posições que eu jamais pensei existir...
Na minha época, havia muito gosto em se tocar músicas dos anos dourados de nossos pais em um momento da festa, agradando aos convidados de todas as idades... mas a não ser YMCA e uma do Michael Jackson que eu não sei o nome, nada que meus sogros *ou eu* conhecesse ousou tocar hoje...
Hoje, eu suponho que o gosto musical esteja resumido a funk, hip-hop e "música de emo", como sabiamente classificaria meu irmão...
E eu fiquei lá, aturdida, pensando que quando meus filhos começarem a frequentar as festas de 15 anos eles já vão de roupão- e nada mais- pra facilitar tudo...
Passei todo o tempo sonhando com um mundo onde homens abrem a porta do carro, pronunciam corretamente todas as palavras de seu vasto vocabulário -que não contém palavrões, a não ser em momentos de extrema crise- com perfeição, as festas incluem obrigatoriamente vestidos decentes e dança de salão, as mulheres são virtuosas e elegantes... aiai... *mesmo que eu nunca tenha participado desse mundo, acho que minha aversão atual à algumas coisas hoje em dia se adaptaria perfeitamente...*
Enfim, acho que estou velha demais para os meus 20 anos... ou talvez só abobalhada demais... vai saber...
A música começou quando os primeiros convidados chegaram *incluindo nós*, até aí normal, se não fosse um pancadão daqueles que só toca quando todos estão bêbados o suficiente para se liberar no bacanal que vira a pista de dança... e assim foi, por todo o tempo que estive lá... uma selvageria carnal que eu não conseguia não associar à dança do acasalamento, mas com seus protagonistas com no máximo 15/16 anos... fiquei HORRORIZADA, e acho que até Baco ficaria...
Sabe aquela sensação de "na minha época não era assim"? Pois é... muito pior... pelo menos algumas meninas tiveram a sensibilidade de usar shorts por baixo de seus nano-vestidos... ALGUMAS, eu disse...
Na minha época, festa de quinze anos era sinônimo de vestido formal (mesmo que não fosse um longo, pelo menos um que fosse condizente com a condição de debutante...), a música de início era um pop batidinho, que permitia que os convidados conversassem amenidades enquanto chegavam, vissem seus amigos e falmiliares, perguntassem como estava a vida -de forma não retórica- antes de se jogar na pista de dança...
Antes o funk se resumia ao Bonde do Tigrão, que dava seu recado com muito mais eufemismo, não me deixando tão ofendida assim... já hoje...
Um momento de nostalgia funkeira surgiu com "Já é sensação", mas foi bem fulgaz pro meu gosto... o resto era de créu pra baixo... pra cima, pro lado e pra todas as posições que eu jamais pensei existir...
Na minha época, havia muito gosto em se tocar músicas dos anos dourados de nossos pais em um momento da festa, agradando aos convidados de todas as idades... mas a não ser YMCA e uma do Michael Jackson que eu não sei o nome, nada que meus sogros *ou eu* conhecesse ousou tocar hoje...
Hoje, eu suponho que o gosto musical esteja resumido a funk, hip-hop e "música de emo", como sabiamente classificaria meu irmão...
E eu fiquei lá, aturdida, pensando que quando meus filhos começarem a frequentar as festas de 15 anos eles já vão de roupão- e nada mais- pra facilitar tudo...
Passei todo o tempo sonhando com um mundo onde homens abrem a porta do carro, pronunciam corretamente todas as palavras de seu vasto vocabulário -que não contém palavrões, a não ser em momentos de extrema crise- com perfeição, as festas incluem obrigatoriamente vestidos decentes e dança de salão, as mulheres são virtuosas e elegantes... aiai... *mesmo que eu nunca tenha participado desse mundo, acho que minha aversão atual à algumas coisas hoje em dia se adaptaria perfeitamente...*
Enfim, acho que estou velha demais para os meus 20 anos... ou talvez só abobalhada demais... vai saber...
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
Abstinência
De volta à ativa...
Meu ano novo não foi muito animador, me deixou em uma depressãozinha, então eu não estava muito animada pra escrever aqui, como pôde-se ver no último post...
Mas meu celular aliado ao conhecimento do meu irmão me deram novas oportunidades de distração... a possibilidade de ler livros no meu celular abriu um baú há muito tempo fechado em mim, o baú do mundo das palavras... e eu estava tão entretida nele que me perdi completamente do mundo real...
OK, não foram grandes clássicos da literatura, mas certamente vieram como a dose necessária de drogas para o meu vício, minha compulsão pela leitura...
Primeiro, "Marley e eu", que me lembrou o quanto o amor pode ser simples e o quanto eu idolatro a pequena Ninfa... umas boas risadas do monstro amarelo, aliadas às lágrimas ao ler seus momentos finais... nada de tocante para muitos, mas não tenho como descrever o quanto livros "fúteis", nada clássicos, são deliciosos...
Depois um breve momento com "A menina que roubava livros"... na verdade esse minha irmã comprou, então eu estava limitada a ler de dia, enquanto ela não estava lendo, mas a minha compulsão por ler passou por cima de*quase* tudo, e eu absorvi mais de 300 das suas 480 páginas em menos de dois dias... de novo nada muito fantástico, mas estranhamente atraente esse livro... e me prometi terminá-lo amanhã, já que eu interrompi sua leitura quando a verdadeira razão do meu torpor dos últimos dias e da sensação de abstinência de agora me foi apresentado...
Confesso que eu estava relutante em ler "Crepúsculo"... minha fidelidade ao Harry (Potter) me fez acreditar que era um genérico sem graça... então eu comecei a ler por simples entreterimento, enquanto a Nayara curtia melhor a aquisição dela, mas eu me vi viciada na história... mais do que em qualquer livro que eu já tenha lido... eu imaginava todas as expressões dos personagens na minha cabeça, ria quando eles riam e contraía meu rosto quando eles contraíam... passei as últimas três noites em claro (sem exagero, dormi de 08 da manhã ao meio dia, só...), e durante o dia eu só levantava pra comer -um quase nada- ainda agarrada ao celular. E agora que terminei a saga (saga? São quatro livros...) em menos de cinco dias eu ainda estou experimentando a sensação dolorida de perda, de que eu queria ser também imortal e viver ao lado dos Cullen, vendo sua história durar para sempre... me sinto tão viciada quanto os adolescentes que eu estive zombando...
Ok, isso pode parecer exagerado, mas é a mais pura realidade... sonho meu sentir um amor tão eterno quanto o descrito... enfim...
Eu estou de saída agora, então não posso me prolongar demais... depois eu escrevo mais, se o torpor ainda não estiver ido embora... (estou me sentindo muito mais órfã que ao final da história de menino bruxo...)
Beijos!!!!!
Meu ano novo não foi muito animador, me deixou em uma depressãozinha, então eu não estava muito animada pra escrever aqui, como pôde-se ver no último post...
Mas meu celular aliado ao conhecimento do meu irmão me deram novas oportunidades de distração... a possibilidade de ler livros no meu celular abriu um baú há muito tempo fechado em mim, o baú do mundo das palavras... e eu estava tão entretida nele que me perdi completamente do mundo real...
OK, não foram grandes clássicos da literatura, mas certamente vieram como a dose necessária de drogas para o meu vício, minha compulsão pela leitura...
Primeiro, "Marley e eu", que me lembrou o quanto o amor pode ser simples e o quanto eu idolatro a pequena Ninfa... umas boas risadas do monstro amarelo, aliadas às lágrimas ao ler seus momentos finais... nada de tocante para muitos, mas não tenho como descrever o quanto livros "fúteis", nada clássicos, são deliciosos...
Depois um breve momento com "A menina que roubava livros"... na verdade esse minha irmã comprou, então eu estava limitada a ler de dia, enquanto ela não estava lendo, mas a minha compulsão por ler passou por cima de*quase* tudo, e eu absorvi mais de 300 das suas 480 páginas em menos de dois dias... de novo nada muito fantástico, mas estranhamente atraente esse livro... e me prometi terminá-lo amanhã, já que eu interrompi sua leitura quando a verdadeira razão do meu torpor dos últimos dias e da sensação de abstinência de agora me foi apresentado...
Confesso que eu estava relutante em ler "Crepúsculo"... minha fidelidade ao Harry (Potter) me fez acreditar que era um genérico sem graça... então eu comecei a ler por simples entreterimento, enquanto a Nayara curtia melhor a aquisição dela, mas eu me vi viciada na história... mais do que em qualquer livro que eu já tenha lido... eu imaginava todas as expressões dos personagens na minha cabeça, ria quando eles riam e contraía meu rosto quando eles contraíam... passei as últimas três noites em claro (sem exagero, dormi de 08 da manhã ao meio dia, só...), e durante o dia eu só levantava pra comer -um quase nada- ainda agarrada ao celular. E agora que terminei a saga (saga? São quatro livros...) em menos de cinco dias eu ainda estou experimentando a sensação dolorida de perda, de que eu queria ser também imortal e viver ao lado dos Cullen, vendo sua história durar para sempre... me sinto tão viciada quanto os adolescentes que eu estive zombando...
Ok, isso pode parecer exagerado, mas é a mais pura realidade... sonho meu sentir um amor tão eterno quanto o descrito... enfim...
Eu estou de saída agora, então não posso me prolongar demais... depois eu escrevo mais, se o torpor ainda não estiver ido embora... (estou me sentindo muito mais órfã que ao final da história de menino bruxo...)
Beijos!!!!!
quinta-feira, 1 de janeiro de 2009
Just tired of this all...
Reveillón meio parado, todos aqui em casa preocupados com a Ninfa, que vem tendo ataques convulsivos e agora está tomando Gardenal...
Ando meio chateada, emburrada, mal-humorada (e qualquer outro adjetivo do gênero que combine...) então não vou me prolongar...
Feliz Ano Novo para todos!
Reveillón meio parado, todos aqui em casa preocupados com a Ninfa, que vem tendo ataques convulsivos e agora está tomando Gardenal...
Ando meio chateada, emburrada, mal-humorada (e qualquer outro adjetivo do gênero que combine...) então não vou me prolongar...
Feliz Ano Novo para todos!
sábado, 27 de dezembro de 2008
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
Já perdoei erros quase imperdoáveis,
tentei substituir pessoas insubstituíveis
e esquecer pessoas inesquecíveis.
Já fiz coisas por impulso,
já me decepcionei com pessoas quando nunca pensei me decepcionar, mas também decepcionei alguém.
Já abracei pra proteger,
já dei risada quando não podia,
fiz amigos eternos,
amei e fui amado,
mas também já fui rejeitado,
fui amado e não amei.
Já gritei e pulei de tanta felicidade,
já vivi de amor e fiz juras eternas,
"quebrei a cara muitas vezes"!
Já chorei ouvindo música e vendo fotos,
já liguei só para escutar uma voz,
me apaixonei por um sorriso,
já pensei que fosse morrer de tanta saudade
e tive medo de perder alguém especial (e acabei perdendo).
Mas vivi, e ainda vivo!
Não passo pela vida…
E você também não deveria passar!
Viva!
Bom mesmo é ir à luta com determinação,
abraçar a vida com paixão,
perder com classe
e vencer com ousadia,
porque o mundo pertence a quem se atreve
e a vida é "muito" pra ser insignificante.
Charles Chaplin
tentei substituir pessoas insubstituíveis
e esquecer pessoas inesquecíveis.
Já fiz coisas por impulso,
já me decepcionei com pessoas quando nunca pensei me decepcionar, mas também decepcionei alguém.
Já abracei pra proteger,
já dei risada quando não podia,
fiz amigos eternos,
amei e fui amado,
mas também já fui rejeitado,
fui amado e não amei.
Já gritei e pulei de tanta felicidade,
já vivi de amor e fiz juras eternas,
"quebrei a cara muitas vezes"!
Já chorei ouvindo música e vendo fotos,
já liguei só para escutar uma voz,
me apaixonei por um sorriso,
já pensei que fosse morrer de tanta saudade
e tive medo de perder alguém especial (e acabei perdendo).
Mas vivi, e ainda vivo!
Não passo pela vida…
E você também não deveria passar!
Viva!
Bom mesmo é ir à luta com determinação,
abraçar a vida com paixão,
perder com classe
e vencer com ousadia,
porque o mundo pertence a quem se atreve
e a vida é "muito" pra ser insignificante.
Charles Chaplin
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